Estrias

As camadas mais profundas da pele possuem fibras de colágeno e elastina, que proporcionam a elasticidade e a resistência que a pele precisa para esticar e voltar para o lugar. Quando há uma rápida ou grande distensão cutânea, essas fibras se rompem, causando as estrias. Isso pode ocorrer nas fases de crescimento, de gestação, por aumento de peso, ou “efeito sanfona”: engorda-emagrece.

Inicialmente, essas lesões têm cor rosada, mas com o passar do tempo adquirem um aspecto nacarado ou esbranquiçado. Mais comuns entre as mulheres, por questões hormonais e hereditárias, as estrias costumam aparecer no abdome, nas mamas, coxas e quadris. 

Os homens não estão completamente imunes ao problema, e os locais mais afetados são dorso, costas e braços.

As tecnologias disponíveis permitem amenizar as lesões, estimulando a formação de colágeno no local afetado e tornando-as quase invisíveis. Quanto mais recente a estria, melhor será o resultado.

Os tratamentos visam estimular a produção de fibras elásticas, como o peeling de ácido retinóico em alta concentração e microdermoabrasão. 

Pode-se realizar alguns tipos específicos de lasers, como o laser fracionado não ablativo (Prodeep 1340nm) e radiofrequência microagulhada a ouro. A carboxiterapia (injeção de gás carbônico medicinal) também é uma opção, além do microagulhamento (Dermaroller). No caso das estrias vermelhas também é aconselhável o uso da luz intensa pulsada.