Flacidez corporal
Existem dois tipos de flacidez: a muscular (profunda) e a cutânea (superficial). A muscular é causada por sedentarismo, alimentação inadequada, efeito sanfona, famoso, engorda-emagrece-engorda e exposição solar. Já a cutânea ocorre, principalmente, devido à desestruturação das fibras colágenas e elásticas. O resultado é a pele “caída” e com aspecto envelhecido.
O corpo sofre mais com a flacidez muscular e para combatê-la é preciso manter uma alimentação rica em proteínas, atividades físicas anaeróbicas, alimentação balanceada, proteção solar, intervenção cirúrgica ou com tratamentos que estimulem a neocolagênese, ou seja, reverter o “afrouxamento” dessas fibras, com a formação de colágeno e elastina novos. Diferentes terapêuticas podem atingir esses resultados, por meio de estímulos elétricos, térmicos, químicos e associação de tecnologias. Cabe ao médico indicar o procedimento mais adequado para cada caso e idade, considerando contraindicações, expectativas e potencial resultado.
Tratamentos:
- Radiofrequência multipolar (Freeze) que reorganiza as fibras colágenas.
- Ultrassom micro e macrofocado , capaz de reposicionar o tecido, sustentando, tonificando e diminuindo a flacidez cutânea e muscular, já que age em todas as camadas da pele, incluindo a gordura.
- Radiesse (hidroxiapatita de cálcio), substância que estimula a produção de colágeno pelo próprio paciente. Aumenta a espessura da pele e corrige o contorno facial também melhorando a textura.
- Carboxiterapia (injeção de gás carbônico medicinal), que aumenta a oxigenação.